Ele é um jovem brilhante, preparado, com fama de grande executivo e de político pragmático. Esse é Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina.
Presidente de um partido que, na prática, nunca esteve sob seu comando, entrou em uma disputa na qual muitos acreditavam que suas chances eram reduzidas. Ainda assim, manteve sua candidatura até o fim, confiante de que poderia reverter o cenário.
No entanto, a realidade do pragmatismo e do controle do cartório partidário prevaleceu. Eduardo da Fonte, que detém o comando da legenda, conduziu o processo de acordo com seus interesses políticos, e Miguel acabou derrotado nessa disputa interna.
Fica a experiência e a lição. Para Miguel Coelho, fica também a expectativa de uma próxima oportunidade.






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